Economia Circular Offshore

Economia circular com rastreabilidade industrial.
Do passivo ambiental ao insumo certificado

Conformidade PNRS, requisitos ESG e CSRD europeia. Documentação auditável para relatórios corporativos de sustentabilidade, contratos EPRD e supply chain reports.

Uma das primeiras operações dedicadas ao desmantelamento de linhas flexíveis no Brasil

A rastreabilidade que virou exigência de mercado nasceu da necessidade técnica de lidar com materiais multicamadas de alta complexidade.

Pioneirismo

operação dedicada a linhas flexíveis desde os anos 1990. Mais de 25.000 toneladas por ano destinadas para Petrobras, Vale do Rio Doce, Prysmian e Euronet.

Processo

MTR, CDF final e segregação por camada já eram praticados antes de virar exigência contratual. O processo que os contratos EPRD passaram a exigir é o que a Primaplast sempre executou.

Para operadoras

documentação que supre auditorias de SMS, contratos EPRD e reporting CSRD de operadoras europeias com ativos no Brasil.

Para compradores

PA11 e PVDF com origem rastreada, caracterização COPPE/UFRJ e recomendação DuPont para Kevlar.

Conformidade PNRS, requisitos ESG e CSRD. Documentação gerada em cada etapa do processo

Pilar 1

Regulação e compliance

Documentação completa para PNRS, IBAMA e contratos EPRD.

Pilar 2

Economia circular

Polímeros preservados que retornam ao ciclo industrial.

Pilar 3

Rastreabilidade

Da entrada da linha ao CDF: cada etapa registrada.

ODS 8, 10 e 12:
alinhamento documentável por operação

O processo do CELFLEX gera dados mensuráveis para cada um dos três ODS, disponíveis para compor relatórios corporativos de sustentabilidade.

ODS 8

Trabalho decente e crescimento econômico

Operação com treinamento NR-12, remuneração adequada e equipe técnica local. Geração de empregos em Jardim Gramacho, RJ.


ODS 10

Redução das desigualdades

Inclusão produtiva em região de alta vulnerabilidade social. Operação próxima ao Porto do Rio, com absorção de mão de obra local.


ODS 12

Consumo e produção responsáveis

PA11, PVDF e PPTA preservados como insumos industriais em vez de destruídos. Menor envio a aterro. Menor coprocessamento. Índice de reaproveitamento de 98% no processo de desmantelamento.


A documentação do CELFLEX supre o reporting ESG das operadoras

Para gestores de SMS, jurídico e sustentabilidade que precisam comprovar a destinação sustentável de linhas flexíveis descomissionadas em auditorias corporativas, contratos EPRD e relatórios anuais.

O que o CELFLEX entrega para cada tipo de exigência:

  • Contratos EPRD: MTR de entrada e CDF final por fração. Documentação do processo em cada etapa. Conformidade IBAMA e PNRS.
  • Relatórios anuais de sustentabilidade (GRI, CDP): dados de volume por fração destinada, índice de reaproveitamento e impacto em ODS 8, 10 e 12.
  • Auditorias internas de SMS: registro fotográfico de cada etapa, controle de NORM, conformidade NR-12 e rastreabilidade de lote a destino.
  • Conformidade CSRD (operadoras europeias): rastreabilidade completa da destinação de cada linha descomissionada, em formato compatível com as exigências de reporting da CSRD.
  • Plano Estratégico 2024-2028 da Petrobras: o CELFLEX está alinhado à meta de reaproveitamento de 50% dos resíduos sólidos até 2028 e à diretriz de não envio de linhas flexíveis para trituração.

A origem rastreada dos polímeros do CELFLEX atende o supply chain report da CSRD

Para gestores de suprimentos, P&D e sustentabilidade que precisam comprovar a origem reciclada dos materiais em relatórios corporativos de supply chain sustentável.

O que o CELFLEX entrega para o comprador de polímeros:

  • Documentação de origem: MTR de entrada da linha e CDF de saída por fração. Comprova a origem offshore rastreável para cada lote adquirido.
  • Conformidade CSRD: empresas europeias sujeitas à CSRD precisam documentar a origem e a rastreabilidade dos materiais reciclados em toda a cadeia de fornecimento. A documentação do CELFLEX atende esse requisito.
  • Supply chain reports: dados de volume, fração, processo e destino disponíveis por lote para compor indicadores de materiais reciclados em relatórios GRI e CDP.
  • Alinhamento ao ODS 12: a compra de polímeros de engenharia com origem rastreada contribui diretamente para metas corporativas de consumo e produção responsáveis.

Perguntas frequentes

O processo do CELFLEX está em conformidade com a PNRS?

Sim. O CELFLEX opera com licenciamento IBAMA vigente para recepção e destinação de resíduos Classe I e II. Emite MTR no recebimento de cada lote e CDF ao final da destinação de cada fração, em conformidade com a hierarquia da PNRS: reutilização e reciclagem têm prioridade sobre o coprocessamento e o aterro.

Sim. O CELFLEX emite MTR de entrada, CDF por fração destinada, registro fotográfico de cada etapa e relatório de rastreabilidade completa. O conjunto de documentos atende os requisitos de contratos EPRD (Engenharia, Preparação, Remoção e Destinação) e auditorias de SMS de operadoras nacionais e internacionais.

Sim. A documentação do CELFLEX inclui dados de volume por fração destinada, índice de reaproveitamento de materiais, conformidade PNRS e rastreabilidade lote a destino. Esses dados são adequados para compor indicadores ESG em relatórios GRI, CDP e relatórios anuais de sustentabilidade de operadoras.

A Corporate Sustainability Reporting Directive obriga empresas europeias e suas subsidiárias a documentar a rastreabilidade de cada resíduo em toda a cadeia de fornecimento. Operadoras europeias com ativos no Brasil, como TechnipFMC, Shell e TotalEnergies, precisam comprovar a destinação de cada linha descomissionada em relatórios corporativos. O CELFLEX fornece essa documentação em formato compatível com os requisitos da CSRD.

Sim, por três razões documentadas. Primeiro: o desmantelamento preserva PA11, PVDF e PPTA como insumos industriais de alto valor; a trituração destrói esses polímeros. Segundo: o desmantelamento permite controle de NORM fração a fração; na trituração, o NORM contamina toda a matéria-prima. Terceiro: a trituração envia cerca de 30% do volume plástico para coprocessamento, em desacordo com a PNRS e os valores ESG das operadoras. O Plano Estratégico 2024-2028 da Petrobras recomenda explicitamente o não envio de linhas flexíveis para trituração.

Sim. O processo do CELFLEX gera dados mensuráveis para ODS 8 (trabalho decente, com cerca de 2.000 postos na cadeia), ODS 10 (inclusão produtiva em Jardim Gramacho, RJ) e ODS 12 (98% de integridade no processo de segregação, entre 60% e 80% do valor recuperável preservado). Esses dados estão disponíveis por lote para compor indicadores ESG.

A responsabilidade estendida do produtor é o princípio pelo qual a empresa geradora de resíduos é co-responsável pela destinação final, mesmo após entregar o material a um destinatário. Prevista na PNRS e em expansão na regulação brasileira, ela exige que a geradora comprove a destinação final adequada. O CELFLEX emite CDF final, não intermediário, eliminando a responsabilidade solidária da geradora.

Sim. O CELFLEX emite documentação de rastreabilidade completa compatível com os padrões exigidos por entidades internacionais de avaliação de descomissionamento sustentável, incluindo a Shipbreaking Platform, referência reconhecida pela Petrobras. Entre em contato para verificar os requisitos específicos de sua auditoria.

Cada lote de material do CELFLEX tem documentação de origem rastreável, incluindo MTR de entrada da linha offshore e CDF de saída por fração. Essa documentação comprova que o material foi recuperado de resíduos industriais com destinação adequada, o que contribui para indicadores de materiais reciclados em relatórios GRI, CDP e relatórios CSRD.

Sim. A Primaplast opera com ISO 9001 (gestão da qualidade), ISO 14001 (gestão ambiental) e ISO 45001 (saúde e segurança ocupacional), além de licenciamento IBAMA para resíduos Classe I e II. As certificações estão em vigor e disponíveis para consulta em auditorias de contratos corporativos e EPRD.

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